Área de identificação
Código de referência
Título
Data(s)
- 09/02/1972 a 25/05/1973 (Produção)
Nível de descrição
Dimensão e suporte
Dimensão: 620 folhas, 2 volumes
Suporte: papel
Área de contextualização
Nome do produtor
História administrativa
Primeira Circunscrição: Rio de Janeiro e Espírito Santo. Criada pela Lei n. 8.457, de 1992 (lei atual). Correspondeu à Sexta Circunscrição (sendo a única de segunda entrância), pelo Decreto n. 14.450, de 30 de outubro de 1920, abarcando os estados do Espírito Santo, do Rio de Janeiro e o Distrito Federal. Pelo Decreto n. 17.231, de 26 de fevereiro de 1926, tornou-se a Primeira Circunscrição, composta de cinco auditorias: três do Exército e duas da Armada; continuou abarcando os mesmos estados e o Distrito Federal.
Com o Decreto n. 925, de 2 de dezembro de 1938, cada Região Militar passou a compor uma Auditoria, com jurisdição cumulativa no Exército e na Armada. Dessa forma, Rio de Janeiro, Espírito Santo e o Distrito Federal constituíram a Primeira Região Militar, composta de cinco auditorias: três privativas do Exército e duas da Armada.
Por fim, com o Decreto n. 1.003, de 21 de outubro de 1969, Lei de Organização Judiciária Militar, essa Região voltou a ser a Primeira Circunscrição (Guanabara - antigo Distrito Federal -, Rio de Janeiro e Espírito Santo), composta de sete auditorias: duas da Marinha, três do Exército e duas da Aeronáutica.
Entidade custodiadora
História do arquivo
Processo n. 1.526 da 2.ª Auditoria da 1.ª CJM, da Justiça Militar autuado em 02/04/1971. Seguiu como Apelação n. 39.154 em 09/02/1972 e foi arquivado no Supremo Tribunal Militar sob mesmo número em 25/05/1973.
Fonte imediata de aquisição ou transferência
Área de conteúdo e estrutura
Âmbito e conteúdo
O documento consiste as atividades de indivíduos identificados como integrantes da Ação Libertadora Nacional (ALN). O conteúdo descreve uma ação ocorrida em 5 de dezembro de 1969 na qual indivíduos armados realizaram um assalto à Agência Castelo do Banco Bordallo Brenha S.A. O relato enfatiza que o grupo atuava no setor de expropriações da organização e utilizava armamento de grosso calibre, como metralhadoras INA. O Processo insere-se no contexto do período militar brasileiro e da repressão aos movimentos de resistência armada. A terminologia utilizada no documento, como a classificação de "organização subversiva", reflete a linguagem jurídica e policial da época.
Avaliação, seleção e eliminação
Incorporações
Sistema de arranjo
Área de condições de acesso e uso
Condições de acesso
Sem restrição de acesso, dando-se preferência ao acesso on-line, caso este esteja disponível no sítio do Superior Tribunal Militar. Caso não esteja, o documento poderá ser solicitado à Ouvidoria do STM.
Condiçoes de reprodução
Sem restrição de reprodução
Idioma do material
português do Brasil
Sistema de escrita do material
latim
Notas ao idioma e script
Instrumentos de descrição
Área de materiais associados
Existência e localização de originais
Existência e localização de cópias
Unidades de descrição relacionadas
Área de notas
Identificador(es) alternativos
Pontos de acesso
Pontos de acesso local
Ponto de acesso nome
- João Baptista Xavier Pereira (Envolvido(a))
- Zilda Paula Xavier Pereira (Envolvido(a))
- Luiz Afonso de Miranda (Envolvido(a))
- Aldo Sá Brito de Souza Neto (Envolvido(a))
- Marcos Nonato Fonseca (Envolvido(a))
- Paulo Henrique Oliveira da Rocha Lins (Envolvido(a))
- Domingos Fernandes (Envolvido(a))
- José Bezerra Filho* (Juíz(a)-Auditor(a))
- Tânia Regina Rodrigues Fernandes (Envolvido(a))
- Carlos Eduardo Fayal de Lyra (Envolvido(a))
- Nelson Luiz Lott de Morais Costa (Envolvido(a))
- Rômulo Noronha de Albuquerque (Envolvido(a))
- Armando Teixeira Frutuoso (Envolvido(a))
- Epitácio Remígio de Araujo (Envolvido(a))
- Ana Burszlyn Miranda (Envolvido(a))
- Carlos Alberto Huet de Oliveira Sampaio (Revisor(a))
- Nelson Barbosa Sampaio* (Relator(a))
Pontos de acesso de gênero
Área de controle da descrição
Identificador da entidade custodiadora
Idioma(s)
português do Brasil
Sistema(s) de escrita(s)
latim